Home Data de criação : 08/09/24 Última atualização : 10/01/22 19:26 / 1496 Artigos publicados
 

22.01.2010  escrito em sexta 22 janeiro 2010 19:26

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COMO ENDURECER CROCHÊ  (DICAS DIVERSAS) escrito em sexta 22 janeiro 2010 19:15

RECEITAS COPIADAS DA NET:

Receita 1 – Com açúcar

4 colheres (de sopa) de álcool
4 colheres (de sopa) de açúcar
4 colheres (de sopa) de água
Levar ao fogo até o açucar derreter bem. Molhar a peça e colocar na forma, espere secar e está pronto.

Receita 2 – Com polvilho

Prepare um mingau com 1 litro de água, 3 colheres de polvilho doce e 1 de vinagre;
Mergulhe as peças neste mingau e deixe escorrer;
Quando ela estiver meia úmida de o formato desejado na peça e deixe secar por completo.

Receita 3 – Com arroz

Cozinhe os grãos de arroz em muita água;
Quando estiver cozidos e a água grossinha, escorra numa peneira.
A água peneirada e a goma do arroz, borrife sobre a peça que deseja engomar e deixe secar.

Receita 4 – Com amido de milho

Misture 1 litro de água com 1 colher (sopa) de amido de milho (Maizena).
Molhar a peça nessa mistura e estender sem torcer. Quando estiver quase seca passar com ferro não muito quente.
Se quiser que a peça fique mais dura é só aumentar a quantidade de amido.

ALÉM DAS RECEITAS PUBLICADAS ACIMA EXISTE, EM LOJAS ESPECIALIZADAS EM ARTESANATO, PRODUTOS PARA ENDURECER O CROCHÊ. 

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12.01.2010  escrito em terça 12 janeiro 2010 21:53

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A HISTÓRIA DO CROCHÊ  (CURIOSIDADES) escrito em terça 12 janeiro 2010 20:36

Pouco se sabe sobre as origens do crochê. Há algumas teorias de que os primeiros trabalhos eram feitos com os dedos, em vez de usando agulhas. As três teorias principais dizem que a técnica teria se originado na Arábia e se espalhado para o Tibete e mais tarde para a Espanha, na América do Sul, onde uma tribo primitiva teria usado adornos de crochê em rituais de passagem para a vida adulta, ou na China, onde foram encontradas bonecas feitas de crochê.

As primeiras evidências do uso extensivo da técnica surgiram na Europa, durante o século 19. A primeira referência escrita apareceu no livro “The Memoirs of a Highland Lady” de Elizabeth Grant (1812), e as primeiras receitas de pontos foram publicadas em uma revista holandesa em 1824.

A partir dessa época o crochê foi usado como uma forma mais barata de fabricação de renda. Durante a Grande Fome na Irlanda, as freiras ursulinas ensinavam mulheres e crianças a tecer rendas de crochê, que eram vendidas em toda a Europa para ajudar a população faminta.

Contudo, o estigma de imitação de um símbolo de status em vez de uma técnica artesanal com valor próprio prejudicou a técnica. Quem podia comprar renda feita com as técnicas mais antigas e caras desdenhava o crochê como sendo uma cópia barata.

A Rainha Vitória ajudou a desfazer essa impressão, comprando renda feita de crochê e aprendendo a técnica ela mesma. Durante a era Eduardiana (as duas primeiras décadas do século 20) as rendas de crochê eram mais elaboradas em textura e dificuldade, com rendas de cores pálidas e bolsas elaboradas, com muitos bordados de pedrarias.

Somente após a II Guerra Mundial o interesse pelo crochê retornou, como parte do movimento baby boom, que estimulava os valores domésticos e as técnicas artesanais feitas em casa. Mesmo assim, a técnica era vista como “coisa de dona de casa”.

Com o movimento hippie da década de 60, a nova geração popularizou os crochês coloridos e os granny squares, as mantas feitas com quadrados de crochê. A popularidade declinou um pouco nas décadas recentes, apesar de haver uma legião de seguidores (principalmente seguidoras) fiéis.

Felizmente, nos últimos anos, o crochê e outras artes manuais têm encontrado seu lugar ao sol. Hoje é comum, além das crocheteiras de costume, vermos adolescentes e homens fazendo lindos trabalhos em crochê. Existem inúmeros blogs dedicados ao crochê e tricô, e os trabalhos manuais estão começando a receber o devido valor como técnica artesanal e de arte.

Os trabalhos atuais são mais criativos e modernos, com destaque para o freestyle crochet, que é uma “técnica” de crochê livre, unindo diversas linhas, cores e pontos básicos em uma mesma peça sem receita ou modelo. Esta forma de crochê pode ser usada para criar obras de arte e decoração ou bolsas, coletes e outros acessórios. Criatividade a mil!

Outra novidade que tem sido bem procurada são os amigurumi (em japonês, “boneco tricotado recheado”), ou bonequinhos feitos com ponto baixo em espiral, formando bichinhos e personagens. A técnica japonesa dos amigurumi foi além e hoje os artesãos criam objetos e comidinhas feitos de crochê. Já imaginou um sushi de crochê? Alguém já fez!

(Artigo publicado no Alma Carioca em 02/12/2009)

 

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10.01.2010  escrito em segunda 11 janeiro 2010 20:43

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